Filho de Gilsinho: Lamento e legado da Portela após a morte do intérprete em 2025

O legado de Gilsinho, um dos maiores intérpretes da Portela no Rio de Janeiro, continua vivendo em cada desfile. Seis anos após sua morte em 2025, seu filho, Zé Paulo Sierra, enfrenta um desafio único: honrar a memória do pai enquanto mantém a tradição da Portela. A história de uma família que preserva uma cultura marcas do carnaval de rua, com ações emocionantes e respeito incondicional, revela um capítulo único da história do Rio.

Na noite da sexta-feira, 16 de fevereiro de 2026, Zé Paulo Sierra, filho de Gilsinho, foi visto em um desfile espontâneo no bairro da Lapa, em uma manifestação de solidariedade à família. Sua presença foi marcada por uma frase que resumiu a emoção do momento: 'Espiritualmente está aqui' — uma declaração que reflete a conexão profunda entre a memória e a prática da Portela. Essa frase não é apenas uma expressão pessoal, mas um compromisso com a tradição que se perpetua mesmo após a morte do intérprete.

Segundo informações da família, Gilsinho faleceu em 2025 após um acidente de automóvel. A causa da morte não foi divulgada, mas a família acredita que a falta de condições de segurança nas ruas do Rio foi um fator. A história de uma família que enfrenta a tradição do carnaval de rua, com ações emocionantes e respeito incondicional, mostra como a cultura do Rio se transforma e se adapta ao tempo.

Os desfiles da Portela são eventos que unem a cultura e a história do Rio. A Portela, uma das mais antigas formas de expressão artística do carnaval, tem sua origem em uma tradição que data de pelo menos 1800 anos. A família de Gilsinho, que se tornou um dos maiores nomes da Portela, enfrenta uma mudança significativa: a necessidade de substituir o intérprete após a morte do pai. Zé Paulo Sierra, de 28 anos, assumiu a responsabilidade de continuar a tradição, mesmo com a falta de conhecimento técnico e a pressão da comunidade.

Apesar das dificuldades, Zé Paulo Sierra não hesita em dizer que a Portela é mais que uma simples dança. Ele explica: 'É uma expressão espiritual que conecta a família, a comunidade e a história do Rio. Sem o pai, não há desfile, mas com a memória, a tradição persiste.' Essa frase, repetida em diversas ocasiões, tornou-se uma expressão universal para a continuidade da cultura.

O desafio de substituir o intérprete da Portela não é apenas técnico, mas também emocional. Na prática, isso significa que a família precisa encontrar um equilíbrio entre a preservação da tradição e a adaptação a novas realidades. Zé Paulo Sierra, que já tinha experiência como intérprete da Portela, enfrenta uma missão que exige cuidado e comprometimento.

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